Início / Sobre
O futuro da Justiça começa aqui.
Quatro dias para pensar, testar e construir a Justiça digital — juntando tribunais, academia, investigação e tecnologia no mesmo espaço.
Onde a Justiça, a academia e a tecnologia se encontram
A Judiciary Tech Summit é organizada pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM), pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), pelo Centro Nacional de Inovação Jurídica (CNIJ) e pelo AI LAB FDUL, realizando-se de 17 a 20 de novembro de 2026, no Pavilhão de Portugal, em Lisboa.
A iniciativa reúne magistrados, juristas, investigadores, estudantes, instituições públicas, empresas tecnológicas e especialistas de diferentes países, promovendo o diálogo e a partilha de conhecimentos sobre os desafios e as oportunidades associados à transformação digital da Justiça.
O programa inclui conferências, debates, masterclasses, Moot Courts e demonstrações tecnológicas, proporcionando diferentes perspetivas sobre o impacto da tecnologia na Justiça e nas profissões jurídicas, bem como sobre as transformações que a inovação digital pode introduzir no funcionamento das instituições judiciárias.
Para quem
Formatos
Temáticas principais
Seis eixos ao longo de quatro dias
Inteligência artificial
Governação e utilização responsável da tecnologia
Proteção de dados
Inovação nos tribunais
Novos modelos de organização judiciária
Ferramentas digitais de apoio à atividade judicial
A experiência dos tribunais e o rigor da academia

Conselho Superior da Magistratura
O Conselho Superior da Magistratura é o órgão constitucional de governo próprio dos juízes dos tribunais judiciais, responsável pela sua gestão e pela salvaguarda da independência judicial no exercício das respetivas funções.
Criado em 1976, o CSM acompanha há 50 anos a evolução da justiça portuguesa, intervindo em áreas centrais como a organização judiciária, a gestão dos tribunais, a formação, a cooperação institucional e internacional e, cada vez mais, a inovação e a transformação digital.
Nos últimos anos, o Conselho tem reforçado o trabalho desenvolvido em matéria de tecnologia e modernização da justiça, promovendo projetos, grupos de trabalho e iniciativas dedicadas à utilização responsável da inteligência artificial, à proteção de dados, à organização dos tribunais e ao desenvolvimento de novas soluções de apoio à atividade judicial.

Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
Instituição centenária na vanguarda das escolas de Direito europeias e internacionais, graças à renovação dos saberes científicos, ao estudo dos fenómenos transnacionais e à inovação tecnológica do ensino.
Elemento integrante da Universidade de Lisboa, a Faculdade de Direito é solidária com as demais escolas da Universidade na complementação dos saberes, na abertura a uma visão interdisciplinar, na prestação de serviços à comunidade e na defesa de um ambiente compatível com a realização da pessoa humana.
Fundada há mais de um século, em 1913, localizada inicialmente no Palácio Valmor, no Campo dos Mártires da Pátria, a Faculdade está no atual edifício da Cidade Universitária desde 1957-1958, tendo sofrido obras de remodelação e ampliação em 2000, que dotaram o espaço de uma biblioteca informatizada e presencial, gabinetes de investigação, novos anfiteatros, auditório de conferências e sala para simulação de audiências de tribunais. Em 2022 a biblioteca foi ampliada com um novo edifício que compreende duas salas de leitura, gabinetes e uma sala polivalente, duplicando, praticamente, o número de lugares ao dispor dos utilizadores.
“Um espaço de reflexão, experimentação e colaboração que aproxima a Justiça, a academia, a investigação e o setor tecnológico.”
Através da partilha de experiências e do debate interdisciplinar, a iniciativa procura contribuir para uma melhor compreensão dos desafios atuais e para a identificação de soluções que apoiem a evolução do sistema judicial.
Reflexão
Compreender os desafios atuais que a tecnologia coloca ao sistema judicial.
Experimentação
Testar ferramentas e novos modelos de organização em contexto real.
Colaboração
Aproximar Justiça, academia, investigação e setor tecnológico.

